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domingo, 28 de junho de 2009
Fome do Tempo
O céu cor de chocolate ainda ontem,
hoje, as nuvens formato chantili
- despencaram tal qual calda fria
....
sinceramente...
TENHO que fazer um regime!
Tetê Macambira
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A foto é do site Olhares e é arte de João Veigas. Caso queira conferir outros trabalhos desse fotógrafo, clique sobre a foto. Ah! o título da foto é "Céu dos Céus"
terça-feira, 23 de setembro de 2008
...
Guitarras iluminam
longa decidida estrada
movimentos beijos ereções
rapidinhas ... gozo.
(Tetê Macambira)
Tempo espirra
Espirros de gato.
O sol reaparece, vingativamente
E a FUNCEME previra mais chuvas.
Ah... adoro poder contar
com serviços meteorológicos;
é só perguntar ao meu nariz:
espirro de gato?
o clima vai mudar.
domingo, 6 de maio de 2007
Teus Olhos

Nossa... como faz tempos!
Visitando o flogão de uma conhecida, dei com a imagem belíssima acima. Mas a mensagem... me fez vasculhar o passado dos meus versos de fundo de gaveta.
Não me perguntem o nome do "muso", não faço a mínima idéia. Foge-me na poeira do tempo seu nome. Mas o seu olhar... isso ainda me lembro. Foi uma das raras vezes que alguém me deixou sem palavras e sem jeito. Ele conseguiu com que eu me sentisse numa "sinuca de bico". Só com suas palavras e... seu olhar.
Costumava ler as revistinhas em quadrinhos na banca da praça, vizinha ao colégio. Como trabalhava pela manhã e estudava à noite, chegava mais cedo e folheava as bandas desenhadas (como se chamam as HQ's em Portugal) preferidas. Comodamente, havia um banquinho para habituées como eu. Instalava-me por lá mesmo e mergulhava na leitura. Certo dia, um rapaz de cachos castanhos e olhos verdes cismou de "puxar" conversa comigo. Ignorei-o ostensiva e insistentemente. Mas ele não se deu por achado; tanto fez, tanto brincou, tanto sorriu que acabei por dar-lhe a atenção que solicitava. Rendeu-me um bom pedaço de conversa deveras prazerosa. Hora da despedida. Com ares de superioridade (nossa, como eu era pedante! argh!!!) fui ensinar-lhe como se despedir de alguém: com um beijinho no rosto. Ato ensinado, girei na minha superioridade superior do tipo crente-que-tá-abafando, quando ele me rodou de volta, me tomou em seus braços e me roubou um beijo. (...). Ufa!... uau... é.. bem... para onde é eu que ia mesmo?... Aí, ele me OLHOU. "Agora aprendi como me despedir". Olhou-me mais uma vez e saímos para as nossas respectivas vidas.
Não foi à toa que, logo chegando em casa, tranquei-me no quarto e tracei as linhas acima. Bonitinhas, não? Engraçadinhas mesmo. Mas não vitais à humanidade. Apenas reminiscências minhas. Das que eu prezo, posto que pertencem a um doce passado. De quando eu quebrei a cara. =P
terça-feira, 1 de maio de 2007
Santa Maria de Belém do Grão-Pará

| Conheça Belém | |
A Cidade das Mangueiras nasceu no século XVII | |
(...) O trabalho nesse sentido pode ser constatado a partir do símbolo da nova administração, onde se vê a imagem estilizada de uma mangueira. O ícone é de forte apelo para a população que identifica turisticamente a capital como a Cidade das Mangueiras, alusão à grande quantidade dessa árvore nos principais corredores viários do município, formando uma espécie de túnel verde. Belém também é denominada de Cidade Morena, característica herdada da miscigenação do povo português com os índios Tupinambás, nativos habitantes da região à época da fundação. O Censo 2000 informa que a população é de aproximadamente 1.281.279 habitantes, dos quais 54.052 pessoas habitam as 55 ilhas que constituem dois terços do território do município. Estruturada, a cidade de Santa Maria do Grão Pará tornou-se a capital do Estado do Maranhão e do Grão Pará, em 1751, englobando todo o extremo norte do Brasil e, depois, passou chamar-se Santa Maria de Belém do Grão-Pará. As embarcações, que emprestam ao Ver-O-Pêso um burburinho riquíssimo culturalmente e muito peculiar, são um detalhe à parte. Mas a vida urbana de Belém sofre influências aquáticas em quase toda a sua totalidade; basta conhecer a rede hidrográfica da cidade: as baías do Sol, do Marajó, do Guajará, de Santo Antônio; os rios Guamá, Pratiquara, Murubira, Mari-Mari; igarapés do Tucunduba, Val-de-Cans, do Uma e do Combu; e o Furo do Maguari, só para citar os mais importantes. É comum ouvir no meio turístico uma referência à chuva de Belém, a clássica expressão “antes ou depois da chuva” em vários meses do ano. No entanto, o período de chuvas mais fortes vai de maio até dezembro. O mês de julho é o ideal para se desfrutar o verão de Belém. Porém, até novembro, ainda se sente muito do calor belenense. Os termômetros registram nesse período temperaturas que variam de 20 graus mínimos à máxima de 38 graus. | |
Este site é de responsabilidade editorial da Coordenadoria de Comunicação Social da Prefeitura (COMUS), e responsabilidade técnica da Companhia de Informática de Belém (CINBESA) Redação Site: comus@cinbesa.com.br Suporte: suporte@cinbesa.com.br |
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Belém pelos outros:
A epopéia amazônica de João de Jesus Paes Loureiro"Belém, na tua rede de mangueiras/ na verde solidão das altas horas/ o rio te põe no colo e te acalenta/ o rio te põe no colo e te apascenta/ o rio te põe no colo e te deflora"
(João de Jesus Paes Loureiro)Fonte: http://www.ufpa.br/bc/bc%20informa/bc_cultura_classicos_paraenses.htm
.. E veio o Amor, este Amazonas
fibras febres
e mênstruo verde
este rio enorme, paul de cobras
onde afinal boiei e enverdeci
amei
e apodreci.Max MartinsFonte: http://www.icoaraci.com.br/literatura.htm
sexta-feira, 13 de abril de 2007
Falando em Vermelho....
Cor favorita: vermelha.
Motivo: linda.
Uso: roupas, sapatos, bolsas, cabelos, lingerie, pequenos objetos de decoração, cenas de filmes de Almodóvar, lençóis de cetim, toalhas de banho, uma parede só para aquecer o ambiente, papel de carta, canetas, BATOM!, flores, um toque, um tudo num quase nada.
Nunca usar: fogões, geladeiras, cor única de decoração, assinar documentos.
O vermelho virou paixão. As coisas parecem ficar melhores quando têm a cor vermelha.
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