
| Conheça Belém | |
A Cidade das Mangueiras nasceu no século XVII | |
(...) O trabalho nesse sentido pode ser constatado a partir do símbolo da nova administração, onde se vê a imagem estilizada de uma mangueira. O ícone é de forte apelo para a população que identifica turisticamente a capital como a Cidade das Mangueiras, alusão à grande quantidade dessa árvore nos principais corredores viários do município, formando uma espécie de túnel verde. Belém também é denominada de Cidade Morena, característica herdada da miscigenação do povo português com os índios Tupinambás, nativos habitantes da região à época da fundação. O Censo 2000 informa que a população é de aproximadamente 1.281.279 habitantes, dos quais 54.052 pessoas habitam as 55 ilhas que constituem dois terços do território do município. Estruturada, a cidade de Santa Maria do Grão Pará tornou-se a capital do Estado do Maranhão e do Grão Pará, em 1751, englobando todo o extremo norte do Brasil e, depois, passou chamar-se Santa Maria de Belém do Grão-Pará. As embarcações, que emprestam ao Ver-O-Pêso um burburinho riquíssimo culturalmente e muito peculiar, são um detalhe à parte. Mas a vida urbana de Belém sofre influências aquáticas em quase toda a sua totalidade; basta conhecer a rede hidrográfica da cidade: as baías do Sol, do Marajó, do Guajará, de Santo Antônio; os rios Guamá, Pratiquara, Murubira, Mari-Mari; igarapés do Tucunduba, Val-de-Cans, do Uma e do Combu; e o Furo do Maguari, só para citar os mais importantes. É comum ouvir no meio turístico uma referência à chuva de Belém, a clássica expressão “antes ou depois da chuva” em vários meses do ano. No entanto, o período de chuvas mais fortes vai de maio até dezembro. O mês de julho é o ideal para se desfrutar o verão de Belém. Porém, até novembro, ainda se sente muito do calor belenense. Os termômetros registram nesse período temperaturas que variam de 20 graus mínimos à máxima de 38 graus. | |
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Belém pelos outros:
A epopéia amazônica de João de Jesus Paes Loureiro"Belém, na tua rede de mangueiras/ na verde solidão das altas horas/ o rio te põe no colo e te acalenta/ o rio te põe no colo e te apascenta/ o rio te põe no colo e te deflora"
(João de Jesus Paes Loureiro)Fonte: http://www.ufpa.br/bc/bc%20informa/bc_cultura_classicos_paraenses.htm
.. E veio o Amor, este Amazonas
fibras febres
e mênstruo verde
este rio enorme, paul de cobras
onde afinal boiei e enverdeci
amei
e apodreci.Max MartinsFonte: http://www.icoaraci.com.br/literatura.htm
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